Imunogenicidade é a capacidade que uma substância tem de induzir e reagir com os produtos de uma resposta imunológica, sendo assim caracterizado como imunógeno.
Antigenicidade é a capacidade de uma substância tem de se ligar a um dos componentes do sistema imune.
Os anticorpos e as células T de memória, podem confundir proteínas do próprio corpo com antígenos como a exteptolisina O. Essas proteínas próprias são consideradas antígenos (foram atacadas), porém não são consideradas imunógenos, pois não foram elas que causaram a primeira resposta imunológica e sim as extreptolisinas.
Luciana 104
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Aglutinogênio
Aglutinogênio é uma glicoproteína existente nas hemácias sanguíneas vinda da junção do glicídio (n-acetilgalactosamina) do sangue tipo A ou galactose do sangue tipo B. Em contato com sangue de outra tipagem, exerce a função de antígeno (corpo estranho ao organismo, que estimula a produção de anticorpos para blazeira total, as chamadas aglutininas), exceto no sangue de tipo AB, que não possui aglutininas.
Os aglutinogênios são responsáveis pela determinação do fenótipo sanguíneo, são antígenos encontrados na superfície das hemácias. No sangue tipo A o aglutinogênio é do tipo A e assim também para o sangue tipo B, já o sangue tipo O não possui aglutinogênio. Por terem uma característica antigênica, em transfusões sangíneas existem certas restrições quanto ao tipo de sangue que um indivíduo pode recebe.
Os aglutinogênios são responsáveis pela determinação do fenótipo sanguíneo, são antígenos encontrados na superfície das hemácias. No sangue tipo A o aglutinogênio é do tipo A e assim também para o sangue tipo B, já o sangue tipo O não possui aglutinogênio. Por terem uma característica antigênica, em transfusões sangíneas existem certas restrições quanto ao tipo de sangue que um indivíduo pode recebe.
quarta-feira, 23 de março de 2011
A transplantação ou enxertia
A transplantação ou enxertia é o processo pelo qual células, tecidos ou órgãos de um indivíduo são transportados de sua posição anatômica natural para outra no mesmo indivíduo ou entre indivíduos da mesma espécie ou de espécies diferentes. Essas técnicas começaram a se difundir quando percebeu-se que a falência vital de um órgão poderia levar a morte. Porém um dos fatores que atrapalham essa técnica é a rejeição, dirigida por fatores genéticos e executada pelo sistema imunológico do receptor. A partir disto, o estudo dos mecanismos da rejeição proporcionou à imunologia o conhecimento de novas barreiras aos transplantes, através da descoberta das moléculas do complexo principal de histocompatibilidade e sua inter-relação com os linfócitos T, além da descoberta de diversas drogas capazes de modular a resposta inflamatória e reduzir a probabilidade de rejeição dos tecidos. A importância do estudo destes mecanismos trouxe novos horizontes para o estudo da imunologia e novas esperanças para o tratamento de inúmeras doenças imunomediadas.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Órgãos linfóides secundários na resposta adaptativa.
Os linfócitos B e T são as principais células da resposta imunológica adaptativa, ambos são produzidos através de precursores da medula óssea, sendo os linfocitos B maturados na própria medula, enquanto os linfócitos T são maturados no timo, logo, medula óssea e timo são considerados órgãos geradores. Os linfócitos naive B e T, migram para os linfonodos através dos vasos linfáticos e para o baço através dos vasos sanguíneos, onde estão aptos a serem ativados de acordo com o reconhecimento de uma antígeno. Esses antígenos são coletados pelo baço pela via sanguínea e pelo linfonodo pela via linfática. Logo baço e linfonodo são considerados órgãos secundários.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Órgãos Linfóides Primários e Secundários
Os Linfócitos são células do nosso corpo que tem como capacidade, reconhecer e distinguir diversos determinantes antigênicos de forma específica. São então responsáveis pela especificidade e memória da Resposta Imunológica, os linfócitos consistem em populações distintas que se diferenciam quanto as suas funções e a seus produtos protéicos, mas que são indistintos morfologicamente.
Os órgãos linfóides primários e secundários, são classificados de acordo com a sua função, sendo os primários responsáveis pela produção, diferenciação ( T ou B) e maturação dos linfócitos (medula óssea e timo) e os secundários encarregados de armazenar e os linfócitos até a sua ativação de acordo com a exposição a um antígeno (microrganismo non-self), (baço, linfonodos, tecidos linfóides: mucosos e cutâneos).
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Opsonização, o preparo para o reconhecimento.
Sendo o Sistena Imunológico o exército do nosso corpo, esta defesa pode ser feita de duas formas: Imunidade inata e adquirida. Em se tratando da imunidade inata, a fagocitose é o processo mais importante dessa classificação, sendo um mecanismo protetor, onde há a destruição de agentes non self, incluindo bactérias e virus. A opsonização é um processo no qual os organismos ou partículas são recobertos por anticorpos e preparados consequentemente para o reconhecimento e depois a ingestão pelas células fagocíticas. Sendo então essa a relação entre a opsinização e a fagocitose. Nas figuras acima, a trufa rerepresenta os agentes non self, a cobertura de chocolate as opsoninas e a ingestão do doce o englobamento pelos leucócitos que são macrófagos e neutrófilos (células fagocíticas).
Luciana P Delmondes
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